Snap cresce 19% e amplia margens no 2º trimestre de 2026
A Snap encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita em alta de 19%, para cerca de US$ 1,6 bilhão, e mostrou uma operação mais enxuta. O prejuízo por ação ficou em US$ 0,10, melhor do que no mesmo período de 2025, enquanto o mercado reagiu ao avanço da monetização e à melhora das margens.
O principal impulso veio da publicidade, que somou US$ 1,28 bilhão, além do salto de 85% em outras receitas, que chegaram a US$ 316 milhões. Nesse bloco entram assinaturas como Snapchat+ e Lens+, que seguem ganhando relevância na estratégia de diversificação da companhia.
Na base de usuários, a Snap reportou 493 milhões de usuários ativos diários e 971 milhões de usuários ativos mensais, acima do que o mercado esperava. O crescimento da audiência continua sendo importante porque dá mais espaço para formatos de anúncio nativos e para produtos apoiados em inteligência artificial.
Para o terceiro trimestre, a empresa projetou faturamento entre US$ 1,70 bilhão e US$ 1,74 bilhão, com ponto médio de US$ 1,72 bilhão. O balanço sugere uma virada gradual: a Snap ainda convive com prejuízo, mas já mostra um negócio mais eficiente, com receita crescendo mais rápido do que os custos.
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